segunda-feira, 30 de julho de 2012

Vamos falar de vôlei

Brasil o que dizer de uma seleção previsível pelos erros e pela postura do técnico?
Não podemos dizer que ele não agregou nada a seleção, Fernandinha foi uma grata surpresa.
Mas entre pontos positivos e negativos, infelizmente só os negativos pesarão no final.

José Roberto não manteve uma coerência ao escalar as jogadoras para disputar os jogos olímpicos.
Ele apostou na experiencia deixando assim Fabizinha e tirou Camila Brait, a melhor líbero do Brasil.
Apostou na juventude, cortou Mari por questões técnicas colocando no seu lugar Natália, que não jogava uma partida oficial a um ano.
Inovou e cortou Fabíola, depois de deixa-la como titular em todo o Grand Prix.

Agora me digam, porque cortar uma pessoa que foi sua titular em 80% das partidas, se iria cortar não era hora de dar ritmo de jogo as outras atletas?

O que vemos na quadra é uma seleção sem reação, uma seleção comum.

Jaqueline é regular na defesa, quando ataca dificilmente uma bola  cai, no bloqueio não faz nem figuração.
Fabizona a grande central do Brasil ainda não se encontrou com as levantadoras, para nos bloqueios  e quando a bola passa fica na defesa.

Paula Pequeno, essa pode ser substituída no saque por Natália porque vamos combinar, de 2 saques ela esta errando 2.

Como esperar algo de uma seleção assim?

Nas Olimpiadas o Brasil só terá um nome: Sheilla.

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